Uma história de compromisso
Experiência administrativa e competência: as marcas de Donato
Comprometimento e seriedade o levaram a ser convidado para diversas funções públicas, entre elas, a de secretário das Subprefeituras
Donato tem uma história de lutas vinculada aos interesses populares. Paulistano do Campo Limpo, entrou para o Partido dos Trabalhadores quando estudava na USP, nos anos 1980. Foi chefe de gabinete da Administração Regional do Campo Limpo e presidente do PT na região.
Na gestão Marta Suplicy (2001 a 2004), participou junto com o então secretário de Transportes Carlos Zarattini da implantação do Bilhete Único. Foi assessor especial da prefeita Marta Suplicy e, a seguir, secretário de Subprefeituras, quando ajudou a implantar a descentralização administrativa em São Paulo. Elegeu-se vereador em 2004 com mais de 58 mil votos.
Como vereador, Donato marcou sua atuação pela defesa permanente do Bilhete Único, contra os aumentos abusivos nos preços das passagens e na luta por outras conquistas da população da periferia de São Paulo, como a construção dos CEUs e o sistema de transporte Vai e Volta para os estudantes da rede municipal de ensino.
No
início de 2008 Donato foi eleito Primeiro
Secretário da Mesa da Câmara Municipal.
Oposição firme aos desmandos dos tucanos e de Kassab na Prefeitura
Ao lutar por uma São Paulo mais justa, Donato bate de frente com o governo tucano/DEM. Foi assim na questão dos aumentos das passagens dos ônibus, na política de esvaziamento do Bilhete Único, no descaso com a operação dos corredores de ônibus e com o trânsito em São Paulo. Donato fez vários pronunciamentos no plenário da Câmara denunciando iniciativas antipopulares de Serra e de Kassab.
Presidiu a CPI dos Eventos, motivada pelo acidente no Shopping Fiesta, quando morreram 3 pessoas em um show de música, em fevereiro de 2006. Tem convocado inúmeras autoridades e representantes da administração para depor nas Comissões de trabalho da Câmara nais quais participa, como na Comissão de Transporte e Trânsito.
Donato fez inúmeros pedidos de informação ao Executivo, convocando autoridades a comparecer à Câmara para prestar esclarecimento, e deu entrada em várias representações junto ao Ministério Público do Estado e ao Tribunal de Contas do Município, denunciando improbidades administrativas do prefeito e demais autoridades e questionando atos que podem ser considerados lesivos aos interesses públicos.
Essa fiscaização permanente aos atos do Executivo resultou em vários pronunciamentos e muitas vistorias e diligências a obras e a pontos problemáticos da cidade, muitas vezes pela Comissão de Trânsito e Transporte da Câmara.
Uma história de compromissos
Antonio Donato é paulistano da região do Campo Limpo e morou a maior parte de sua vida na Zona Sul de São Paulo. "Vi vários bairros, muitos loteamentos sendo abertos á beira da Estrada de Itapecerica. Eu vi essa região crescer", conta Donato, que também morou no Caxingui, no Butantã.
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| Lula assina ata de fundação do PT |
Foi no movimento estudandil que iniciou sua relação com o PT. "Na USP, fiz parte do Centro Acadêmico e do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Era uma época conturbada, em que o país se preparava para grandes mudanças. No fim da década de 70, começo de 80, houve uma movimentação grande no país. Havia todo um setor, do qual eu fazia parte, que se solidarizava com a luta dos metalúrgicos. Lembro que em 79, no 1º comício pró-PT, em santo Amaro, vi Lula de perto. Eles estavam colhendo assinaturas, tinha toda uma campanha para fundar o partido", recorda.
Outro momento importante foi o movimento pelas eleições diretas. "Na época, eu estava no Diretório Central dos Estudantes da USP. No primeiro comício, no dia 25 de janeiro de 1984, aniversário da cidade e da USP, realizamos um ato político em frente à reitoria e fomos à praça da Sé acompanhar aquela manifestação histórica", lembra.








